Sobre

Oi, gente! Eu me chamo Fernanda e estou em busca dos melhores e piores estádios do mundo! Investi meus 10 anos de experiência como jornalista esportiva freelancer para criar o Guia dos Estádios e explorar o mundo através de seus mais notórios palcos esportivos, propiciando aos apaixonados por estádios o máximo de informação e inspiração possível para fazer essa viagem acontecer para vocês também!

Eu sempre fui fã de esporte. Desde pequena parava para assistir às partidas do meu time do coração e da seleção brasileira, assim como às corridas de F1. Apesar de não ter muito talento, quebrava o galho nos times de handebol e futebol no colégio, me arriscava na capoeira e nos patins in line. Minha veia esportiva foi decisiva para a escolha do Jornalismo, para mim era a ponte que eu precisava para ficar mais perto do esporte. Terminei a faculdade em 2008, mesmo ano em que dirigi uns dos trabalhos dos quais mais me orgulho até hoje, um documentário sobre a carreira do técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo. Cerca de um ano e meio depois, finalizei minha especialização em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte.

COMO COMECEI A CAÇAR ESTÁDIOS

Tudo começou a partir de algo que não deu certo. Planejei uma viagem para a Europa em 2015 que acabou por não se concretizar. Não iria para visitar estádios, mas despretensiosamente eles entraram no meu roteiro. O que não deu certo acabou virando um caderninho de cabeceira com todo a programação que me levaria por alguns dos estádios mais importantes do mundo naquele ano. Revirando as anotações algum tempo depois, notei que os detalhes ali poderiam interessar a mais alguém. Que apaixonado por futebol não gostaria de saber mais sobre a história de determinado estádio, sobre como chegar, onde adquirir ingressos, onde se hospedar, onde comer, beber, dentre outras curiosidades. Era hora de fazer dar certo algo inimaginável quando deu errado. Nascia o Guia dos Esportes. Sim, como Guia dos Esportes. E permaneceu assim por um ano e meio, cheio de erros, poucos acertos e a vontade de abraçar o esporte em todas as suas modalidades. Não deu certo mais uma vez.

Passei os oito meses seguintes estudando todas as possibilidades, o que funcionava e o que era desperdício, o que eu tinha produzido de conteúdo bom e o que interessava ao público que eu almejava. Investi em site, em logotipo, em cartão de visitas. Errei. Errei. Errei. Incontáveis vezes. Segui em busca de respostas até chegar a eles, os estádios. Eles eram a resposta. Mais alguns meses de estudo, busca por referências, existe algum guia turístico de estádios? Encontrei um mexicano, também jornalista, mas com foco em livros. Encontrei uma agência. Mas meu objetivo não era ser uma agência. Eu queria informar, inspirar, explorar. Encontrei uma página que informava muito bem, mas sem o almejado in loco. Sou a única? Àquela altura era. Seria se começasse. E comecei. Focaria nas redes sociais – algo que não tinha feito antes – e falaria apenas sobre estádios em que estive. E assim, sigo, riscando um a um os estádios da lista.

PASSATEMPO OU TRABALHO?

O Guia dos Estádios é definitivamente um trabalho. O meu trabalho. Desde o início, a minha visão de tocar este projeto como um negócio sempre foi muito clara. Nisso, o jornalismo me ajuda a buscar por estádios e histórias desconhecidas, visando à contribuição para a sociedade. Nunca digo que larguei tudo para criar o Guia, mas sim que investi bastante para estar nessa posição e manter este apanhado de informações e experiências como algo profissional. Eu gasto de 10h a 15h horas diárias trabalhando no blog e nas mídias sociais, ritmo que diminui para 8h diárias durante o período da faculdade (sim, o esporte de caráter físico me levou a cursar Educação Física também). Até aqui paguei por todas as minhas viagens, tirei todas as minhas fotos e gravei todos os meus vídeos sozinha (ou contei com a ajuda de um parente ou amigo na hora de fotografar), assim como escrevi cada texto para atingir o meu nicho e fazer a minha audiência crescer, na busca por me tornar referência quando o assunto for estádios.

Tenho um longo caminho pela frente mas já tenho colhido bons frutos, principalmente no que se refere à reconhecimento do público-alvo. Quanto aos estádios, pretendo parar para contar quantos visitei quando achar que estou próxima aos 100. Por enquanto, o único número que importa é o 790, quantidade de estádios cadastrados pela Confederação Brasileira de Futebol no País. Esse é o meu alvo, com um país ou outro no meio, eu chego lá!

Se tiver alguma dúvida sobre algum estádio, post ou alguma curiosidade, por favor, não deixe de me escrever aqui ou no meu Instagram – @guiadosestadios!

A gente se vê em algum estádio por aí!

Fernanda

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